quarta-feira, 11 de junho de 2014

Lenda da Cigana dos Leques

No final da Idade Média existia uma cigana chamada Zíngara que estava grávida do seu primeiro filho. Então quando ela deu à luz ficou muito feliz e reparou que o bebê tinha uma macha em forma de estrela nas costas e chamou o garoto de Jamón. Desta maneira todos na caravana ficaram felizes e fizeram uma festa, onde a nova mãe prometeu a sua amiga, Felícia, que o seu filho quando crescesse casaria com a ciganinha Corazón, filha desta colega.  No meio do baile Zíngara entrou na sua tenda e dormiu, pois estava muito cansada. Pela manhã, quando acordou, a mulher notou que seu neném tinha desaparecido. Deste jeito os ciganos procuraram pela criança por toda parte naquela vila, mas nada acharam. Então voltaram a viajar pelo mundo. Dezoito anos se passaram e a cigana Corazón cresceu em beleza e com a esperança de ver o seu noivo Jamon, que havia desaparecido ainda bebê. Então caravana de ciganos instalou-se num reino, onde começaram suas apresentações circenses e de dança. Até que um dia o grupo recebeu um convite, da condessa Mariclair, para se apresentar no palácio. Quando Corazón entrou no palco ela olhou para o príncipe Felipe e apaixonou-se por ele. Após o show a jovem perguntou à condessa:
- Quem era aquele moço moreno de olhos verdes?
A nobre respondeu:
- Ele é o príncipe Felipe. Mas não se interesse por ele, pois o amor nunca nasce dentro deste castelo.
Corazón perguntou:
- Por que?
A condessa respondeu:
- Aqui há uma maldição que impede homens e mulheres de se comunicar. Reza a lenda que há muitos anos atrás existia uma rainha que era bruxa e, um certo dia, ela viu seu marido a traindo com uma empregada. Decepcionada, a mulher jogou-se da janela do palácio e disse que nunca mais um romance nasceria dentro deste castelo. Pois os olhares dos apaixonados nunca se cruzariam a não ser que eles arrumassem outra forma de se comunicar. Por coincidência, partir daquele dia nunca mais houve um romance dentro deste palácio.
Após ouvir esta história, a cigana falou:
- Tive uma idéia:
- Farei a simpatia dos leques.
- Cada cor e posição do abanico tem um significado diferente.
- Para isto precisarei da sua ajuda!
Então quando chegou a noite, que era de Lua cheia, as ciganas entraram de novo no castelo com a ajuda da condessa Mariclair. Todas as dançarinas estavam com vestidos coloridos e leques de cores diferentes. Deste jeito elas fizeram um círculo e começaram a bailar com as pontas dos pés. Corazón entrou no meio da roda com o abanico aberto e rezou:
- Cigana dos Leques, que aparece na Lua Cheia traga o romance de volta a este palácio.
Após este pedido, as ciganas desfizeram as roda e começaram a dançar com seus leques nas mãos fazendo as mais diferentes coreografias com seus abanicos.
A condessa Mariclair, estava encantada assistindo a tudo. Quando, de repente, Corazón chegou perto dela e comentou:
- Pronto!
- A Cigana dos Leques, que está no astral trará de volta a paixão para este palácio. Porém, para isto, ela precisa de uma ajuda sua.
A nobre indagou:
- Que ajuda é esta?
A cigana comentou:
- Ajude a divulgar a linguagem dos leques fazendo com que as damas da corte usem este instrumento na frente dos seus pretendentes para consquita-los, pois os rapazes entenderão o significado. Afinal por causa da magia da Cigana dos Leques o espírito do amor já entrou neste lugar. Cada cor e posição tem um significado diferente que explicarei para a senhora: esconder os olhos com o leque aberto significa te amo; andar com o abanico aberto na mão esquerda quer dizer que o amado pode se aproximar pois não existe o perigo; o leque aberto no colo é quando a dama quer marcar um encontro; apoiar o abanico no lado direito da face significa sim; apoiar o leque no lado esquerdo do rosto quer dizer não e andar na sala abrindo e fechando o abanico é um convite para um encontro escondido. Agora preste atenção nas cores: leque branco significa que a moça só quer amizade; vermelho quer dizer que a dama está apaixonada e deseja um encontro às escondidas; amarelo é quando a donzela sonha com beijo nos lábios e preto com estampa de flores significa que a mulher deseja um encontro noturno.
Condessa Mariclair falou:
- Perfeito!
- Contarei este segredo para todas as damas do castelo e, principalmente, para as alcoviteiras.
Corazón perguntou:
- Quem são as alcoviteiras?
A nobre explicou:
- São senhoras que marcam encontros, às escondidas, entre os apaixonados nas alcovas. Mas, ultimamente, com este clima nada romântico elas estão desempregadas. Porém, como a coisa mudará...
- Mais um detalhe: bem que você poderia montar uma coreografia com as posições e cores dos leques.
A cigana disse:
- Meu grupo já tem este tipo de coreografia com abanicos e gostaríamos de apresenta-lo daqui há quinze dias neste castelo.
A condessa exclamou:
- Fechado!
No dia seguinte um clima de romance pairou no palácio. As mulheres usavam os leques nas posições com os mais diferentes significados e assim conquistavam os seus amados.
Logo chegou o dia da apresentação da dança dos leques com as ciganas. Elas bailaram divinamente e o príncipe Felipe não parava de olhar para Corazón. No final da apresentação esta cigana foi até o pátio e o príncipe a seguiu. Assim os dois começaram a conversar e no meio do papo trocaram um beijo. Porém naquele instante, Pablo, o irmão de Corazón, viu a cena e partiu para cima do príncipe, rasgando a sua camisa que mostrou uma mancha em forma de estrela nas costas. Naquele instante surgiu Zíngara que exclamou:
- Vejam:
- O príncipe Felipe tem uma marca de nascença igual a do meu bebê seqüestrado!
A condessa Mariclair, que ouviu tudo, foi até o local e disse:
- Tenho uma revelação para fazer:
- Eu confesso:
- Felipe é, realmente, o neném cigano que foi roubado!
- Eu fiz o parto da rainha, que era muito braba na época, porém ela desmaiou na hora. Como o bebê nasceu morto, com o cordão umbilical no pescoço, fiquei com medo de que a rainha me achasse uma incompetente e mandasse me matar. Por isto, percebi que ela estava desacordada e fui até uma festa cigana na vila, onde aproveitei a distração das pessoas e roubei um recém-nascido que estava numa tenda.
Alguns dias após esta confissão Corazón e Felipe se casaram numa festa com a dança da coreografia dos leques.
Luciana do Rocio Mallon



Linguagem do Leque
O leque é muito mais do que um acessório elegante é uma forma feminina de expressar nossos sentimentos, nosso humor e nosso amor
Se cobrir o rostro com ele:

"me deixe, você não me interessa"
Acariciando varios objetos:

"estou pensando se você me interessa"
Se tocar com ele fechado o rosto:

"estou brava com você"
Segurarlo fechado com as duas maos:

"precisamos nos falar sozinhos"
Abanando lentamente: 

"você não me interessa"
Fazerlo muito rapido:

"te amo apaixonadamente"
O leque fechado para abaixo e na mao esquerda:
"eu já estou comprometida"
Na mao direita: 

"procuro casal"
Deixar ela cair no chão: 

"sou tua para sempre"
Apoiando-o fechado sobre o peito: 

"Eu amo você, mas você me faz sofrer"
Colocar os labios no topo: 

"Eu não confio em você"
Passar o dedo sobre as astas do leque: 

"quero falar com você"
Cobrir parte do rosto com ele: 

"cuidado, estao nós olhando"
Levantar o cabelo da testa com ele:

"não esqueça de mim"
Batendo na palma da sua mão com o leque fechado: 
"me ame!"







Dez coisas que o teu tarólogo não te diz 

1. Eu não sei se a consulta lhe será útil. Espero que ela seja, mas mesmo quando temos uma compreensão clara do que estamos perguntando e eu tenho uma compreensão clara das cartas, elas podem não ser muito úteis e podem dizer apenas o que você já sabe.

2. Eu nem sempre tenho visões. Tarólogos nem sempre são videntes, assim como videntes nem sempre são tarólogos. Ocasionalmente tenho intuições e informações mediúnicas em uma consulta, mas não conte com isso porque elas acontecem aleatoriamente.

3. Eu não sei ler pensamentos. Eu não posso ler sua mente, então se você quer saber o que as cartas dizem sobre uma determinada situação, você deve me contar essa situação. Se você esconder uma informação crucial porque quer testar meus poderes, você poderá não obter a informação importante de que precisa. Isso ocorre porque a mensagem das cartas é filtrada através da minha própria consciência, e eu não posso falar sobre algo que eu não sei.

4. Eu quero que você faça perguntas sobre sua consulta. Eu prefiro que meus clientes estejam ativamente envolvidos na consulta. Sei que às vezes uma consulta parece que é uma simples troca em que você paga por uma leitura de tarô e eu a entrego – mas uma consulta de tarô não é como comprar um bolo em uma padaria: é sobre você e sua vida, e está mais para encomendar uma roupa sob medida e tê-la personalizada para você. Eu quero ter a sua participação durante todo o processo, e ouvir o seu feedback.

5. Você não pode fazer o que eu faço. Um tarólogo investe tempo, dinheiro e energia no estudo do tarô e no aperfeiçoamento de suas habilidades e técnicas. Eu não fico apenas recitando os significados das cartas escritos em um livro, pois certamente qualquer um pode fazer isso. Eu uso meus talentos e dons na leitura das cartas. Todo mundo pode cantar, mas isso não significa que todo mundo deve ir aos ídolos. Há uma razão pela qual sou pago por aquilo que faço. Mesmo que você leia bem o tarô para si mesmo, eu coloco objetividade e minha própria visão intuitiva na sua consulta – algo que você não consegue fazer sozinho.

6. Eu odeio quando as pessoas pedem consultas de graça. Eu sou um profissional e não estou sempre no horário de expediente. Eu mereço o mesmo respeito que você daria a qualquer outro profissional. Claro que temos amigos em várias profissões e podemos pedir a opinião profissional deles em diversos assuntos, isso é normal. Mas se você não pediria a um amigo médico para lhe consultar de graça, não me peça uma consulta de graça. Se eu oferecer uma consulta de graça, tudo bem – mas meus serviços geralmente são pagos.

7. Se eu não anunciar outros serviços, não espere que eu os forneça. Alguns tarólogos também têm habilidades em outras áreas, como astrologia, numerologia, reiki, etc. Mas um tarólogo não tem necessariamente conhecimento de outras práticas. Então, se você já chegar à consulta dando suas informações astrológicas ou numerológicas, seu tarólogo pode não saber o que fazer com elas.

8. Eu posso cometer erros. As cartas contam uma história e eu faço o meu melhor para aproveitar cada informação que se possa obter delas, mas eu sou humano e posso não perceber alguma coisa. Assim, me sinto mal quando uma situação se desenrola de uma forma que as cartas apontaram, mas que eu não percebi. Eu queria ter visto. Às vezes, as cartas não avisam sobre algo que acontece assim mesmo. Isso não é culpa minha. O tarô não é perfeito. É como quando na previsão do tempo uma tempestade surge do nada. Eu não sou perfeito. Eu posso não entender certas coisas. Eu cometo erros.

9. Eu não vou espionar os outros. Não me peça para ler as cartas sobre os seus vizinhos, seu primo ou “a outra mulher”. Não é que eu não possa ler sobre estas pessoas, pois eu posso. Mas qual será o benefício para você? Como você vai saber se o que estou dizendo é verdade? E como essas informações ajudarão você a decidir o que fazer em sua própria vida? Espere que a sua consulta foque em você, ajudando-o a assumir o controle de sua própria vida através de confirmações, afirmações e sugestões positivas para mudanças.

10. Não se apóie em mim, pois eu não sou sua muleta. Se você começar a me consultar para qualquer coisa, eu vou começar a me recusar a ler as cartas para você. O propósito da leitura de tarô é fazer você entrar em contato com sua própria intuição e com seu inconsciente, e dar-lhe ferramentas para fazer suas próprias escolhas. O tarô é uma maneira poderosa de limpar a confusão mental e emocional e de dar clareza, mas ele não toma decisões por você. Se você começar a sentir que precisa de uma consulta para praticamente tudo, isso não é saudável e eu vou me recusar a ler as cartas para você por certo tempo.

Contato com o tradutor:

Marcos Alexandre - www.leiturademaos.wordpress.com
Outros trabalhos seus no Clube do Tarô: Autores

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Tirando Dúvidas...





"Não estou aqui para debater religião,muito menos fé,estou aqui para falar de algo que muitos me param e me perguntam,que é sobre a estrela que uso com frequência no meu coradão e nada mais...
Há muito preconceito com o que não conhece a falta de informação faz com que certas pessoas se sintam no direito de te julgar por um simples cordão,ou estrela.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013


A Nossa Homenagem a todos negros do mundo



Consciência negra

Chega de racismo
De história mal contada
Chega de hipocrisia
De mentira esfarrapada
Esse preconceito infeliz
Que por aí diz

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Presente me enviadado por um amigo do face,achei muito lindo e quis compartilhá-lo com vces.Bjocas.